Nada mais eu começar citando Monty Python, escrever numa fonte esquisita e zuar o Juninho logo em seguida.(Sim, Alberto é apenas viadagem. Juninho PC é o correto).
Como já devem ter notado, estamos escrevendo essa coisa toda pra contar mais ou menos como é a vida frustrante de escritores meia boca. Mas sem chororô.
Como devem ter ouvido ali em baixo (ou antes?) que eventualmente eu fui na casa do Juninho para tentarmos escrever alguma coisa. O que acabou acontecendo(além da gênese desse diario de como estamos escreveno) foi ficar vendo fotos de festas, ouvindo audio absurdo(mas não gay) sobre piru do Squich (amigo nosso) e falando mal de pessoas e etc. Na verdade não foi de todo ruim assim - Porque certas fases bem preguiçosas do preocesso criativo não podem ser puladas (no nosso caso, ficar falando merda mesmo) - e acabamos definindo algumas linhas de tempo e perfis do nosso atual projeto literário (Conto Conspiratório). O que fui muito bom mesmo! Porque o mau aguouro do Hiato anda imperando por todos os lados! E o nosso texto diário de piedade (e pratica) vão ser esses posts aqui no blog. Mas concluindo. O dia foi exatamente bom para o fato de escrever, mesmo não escrevendo tanto assim. Mas a carroça começou a correr!
Agora toda vez que escrevermos aqui e contarmos que não produzimos absolutamente nada, doerá completamente em nossas consciências. Isso vai nos impelir a escrever sempre. Nem que seja bom. Porém é melhor escrever e jogar fora depois do que simplesmente ficar fazendo nada.
Que foi o que basicamente aconteceu hoje.
Eu viajei e acabei chegando na minha outra casa e morgando no sofá vendo Video Game com a Angélica. O que mostra que na verdade eu tenho sério problema com planejamento. Preciso urgentemente aprender a saber levar meu escritório (o que quer que seja ele) pra qualquer lugar para não deixar de escrever nunca.
Pelo menos fiquei com o post de misericórdia.
E afinal quem é Atom?
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sexta-feira, 18 de maio de 2007
Saldo Positivo
O saldo hoje foi positivo, apesar de que tão logo me despertou o relógio, pensei que seria o contrário. Mais um dia em minha vida mediana e sem grandes aventuras fantásticas. Mas se eu parar um pouco e deixar de ser tão derrotista a ponto de assumir que minha rotina é uma batalha campal contra um elevado número de inimigos invencíveis, talvez possa enxergar nisso um pouco de... desafio ao perigo.
Hoje, para mim pelo menos, é um bom dia da semana. Quinta-feira é o dia que menos trabalho, apenas 4 ligeiros tempos de aula. Suficiente para organizar uma vidinha desregrada.
Saí da escola por volta de uma hora da tarde e só pensava no quanto iria dormir antes de pôr fim ao estúpido hiato que me impede o trabalho textual. Idéias não me faltam. Falta mesmo é a paciência para encarar o teclado e sofrer o texto.
Não cochilei mais do que dez insignificantes minutos no sofá.
Como disse, quinta é o meu melhor dia. Um dos poucos que me sobra tempo para dedicar-me as minhas próprias coisas: a namorada e os textos. A positividade do dia se resume a isso, estive com minha chama ardente por poucas horas, mas que me deram maravilhoso prazer. Logo após ela, dei a vez ao companheiro de jornada e ao texto. Mariana se foi às dezenove horas e às vinte, Jean chegou a minha casa para enfim pormos os trabalhos em pauta.
Depois de alguns dedos de prosa, me lancei à contemplação de um volume em brochuras de frases célebres. Geralmente essa leitura descompromissada me inspira a alguns contos ou poemas. Mas hoje foi diferente, não há inspiração, sim técnica, na verdade preguiça de me sentar e refletir as palavras.
Hoje, para mim pelo menos, é um bom dia da semana. Quinta-feira é o dia que menos trabalho, apenas 4 ligeiros tempos de aula. Suficiente para organizar uma vidinha desregrada.
Saí da escola por volta de uma hora da tarde e só pensava no quanto iria dormir antes de pôr fim ao estúpido hiato que me impede o trabalho textual. Idéias não me faltam. Falta mesmo é a paciência para encarar o teclado e sofrer o texto.
Não cochilei mais do que dez insignificantes minutos no sofá.
Como disse, quinta é o meu melhor dia. Um dos poucos que me sobra tempo para dedicar-me as minhas próprias coisas: a namorada e os textos. A positividade do dia se resume a isso, estive com minha chama ardente por poucas horas, mas que me deram maravilhoso prazer. Logo após ela, dei a vez ao companheiro de jornada e ao texto. Mariana se foi às dezenove horas e às vinte, Jean chegou a minha casa para enfim pormos os trabalhos em pauta.
Depois de alguns dedos de prosa, me lancei à contemplação de um volume em brochuras de frases célebres. Geralmente essa leitura descompromissada me inspira a alguns contos ou poemas. Mas hoje foi diferente, não há inspiração, sim técnica, na verdade preguiça de me sentar e refletir as palavras.
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